Novas palometas são encontradas no rio Pardo

A segunda piranha foi pescada segunda-feira (11), novamente nas imediações da prainha, por um pescador identificado como Cristiano, que publicou o pescado em sua página na rede social Facebook e já encaminhou o peixe invasor para análise da Emater de Candelária.

abr 13, 2022

Foto: Odilar Busatto

As palometas (piranhas-vermelhas) parecem estar em grande número nas águas do rio Pardo. Após a primeira aparição registrada pelo pescador Odilar Busatto, de Lagoa Bonita, no dia 2 de abril, que fisgou o peixe na região da prainha Carlos Larger, outras duas palometas foram encontradas nesta semana no mesmo rio. A segunda piranha foi pescada segunda-feira (11), novamente nas imediações da prainha, por um pescador identificado como Cristiano, que publicou o pescado em sua página na rede social Facebook e já encaminhou o peixe invasor para análise da Emater de Candelária.

Na tarde desta terça (12), por volta das 16h30, o agricultor Marcos Prates estava pescando com a filha, de 5 anos, no trecho do rio conhecido como Britador, na Linha do Rio, quando ambos localizaram mais uma palometa. Ele publicou fotos da palometa pescada em sua página na rede social. As piranhas-vermelhas são uma ameaça aos peixes nativos que vivem no rio Pardo e aos banhistas que costumam se refrescar em dias de calor no rio.

Por ser um peixe predador, as piranhas costumam realizar ataques para se alimentar, causando riscos aos banhistas. A partir da primeira aparição, o chefe do escritório local da Emater, Sanderlei Pereira, destacou ao Jornal de Candelária, que conta com o auxílio dos pescadores para mapear novos aparecimentos do peixe invasor. A orientação é para os pescadores levarem os pescados achados para que a Emater possa analisar e mapear a evolução do peixe invasor nas águas do rio Pardo.