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Liberação das licenças ambientais atrasam início da duplicação da RSC-287

Segundo o diretor da Rota de Santa Maria, Leandro Conterato, enquanto aguarda as autorizações, a empresa atua em intervenções que são necessárias para a duplicação

Foto: O Correio

Pelo contrato assinado entre o Governo do Estado e o grupo espanhol Sacyr, a principal rodovia do Vale do Rio Pardo já deveria estar com as obras de duplicação em andamento. No entanto, o trabalho ainda não começou. O atraso ocorre por causa da demora na liberação das licenças ambientais e na falta de aprovação do projeto para as obras.

Segundo o diretor da Rota de Santa Maria, Leandro Conterato, enquanto aguarda as autorizações, a empresa atua em intervenções que são necessárias para a duplicação. Como o projeto mais avançado é o que envolve o trecho de Tabaí, a tendência é de que esse seja o primeiro a ser aprovado e ter as obras de duplicação. Já o trecho entre Santa Cruz e Venâncio Aires também está com a documentação praticamente pronta e deve ser o segundo a ter autorização para o início das intervenções. Embora não fale em prazo, tanto a concessionária responsável pela RSC-287 quanto o Estado projetam que o trabalho possa começar até o fim do ano.

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