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Comandante geral da BM diz que policiais devem ser valorizados pela população

O coronel Vanius Cesar Santarosa, que foi para a reserva remunerada em fevereiro deste ano, transmitiu o cargo de comandante-geral para o coronel Cláudio dos Santos Feoli

Foto: Divulgação

“A mudança no Comando Regional da Brigada Militar não vai alterar a qualidade da prestação de serviços à comunidade. Poderá até haver melhorias com o incremento de mais equipamentos e a qualificação dos profissionais de segurança, pois medimos o que fazemos através de uma ferramenta de gestão por resultados”. Foi o que disse em entrevista exclusiva às Rádios Sobradinho e Jacuí, o comandante geral da Brigada Militar, o coronel Cláudio dos Santos Feoli, durante a solenidade de passagem de comando da Brigada Militar do Vale do Rio Pardo, que aconteceu na última quarta-feira (16), em Santa Cruz.

Na ocasião, o Coronel Valmir José dos Reis transmitiu o cargo para o tenente coronel Giovani Paim Moresco. Ontem, o governador Eduardo Leite oficializou também a passagem do comando-geral da Brigada Militar. O coronel Vanius Cesar Santarosa, que foi para a reserva remunerada em fevereiro deste ano, transmitiu o cargo de comandante-geral para o coronel Cláudio dos Santos Feoli. Feoli, por sua vez, passou a função de subcomandante-geral para o coronel Douglas da Rosa. Indagado sobre sua gestão à frente da corporação, Feoli revelou na entrevista à Rádio Sobradinho que o grande desafio é de continuar a diminuição de índices criminais, e seu comando pretende dotar os policiais com mais equipamentos que possam prestar um serviço cada vez mais qualificado e com segurança para a sociedade. Revelou que muitas viaturas estão sendo trocadas, sendo que a meta é ter em todos os municípios do Estado ao menos uma viatura com menos de três anos, com blindagem, dando segurança ao policial para o serviço.

Destacou que todo o arsenal de pistolas .40 será substituído por 16 mil armas no calibre 9 milímetros, será disponibilizado ao efetivo a possibilidade do uso progressivo da força, como cursos de qualificação com bastão, gás lacrimogênio para cada viatura da Brigada e uma arma de choque, fazendo assim que o profissional da segurança tenha mais opções de menor potencial ofensivo, até que a última opção em caso de risco – a arma letal –  seja utilizada.

Outra novidade destacada pelo comandante geral é um projeto piloto que está sendo feito com câmeras corporais para que seja utilizada até mesmo como meio de prova, salientando que por meio dessa tecnologia a sociedade terá noção da rapidez de raciocínio com que o policial precisa para tomar decisões que eventualmente impactam em vida ou morte de pessoas. O comandante geral da BM lembrou que enquanto todos fogem de uma fonte de perigo, os policiais no cotidiano correm em direção a ele, e isso deve ser valorizado pela população. Por isso, o comandante destacou que uma das suas metas é a valorização do soldado.

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