A colheita do tabaco na safra 2025/2026 já ultrapassa 50% no Sul do Brasil, enquanto a comercialização começa a ganhar ritmo de forma gradual. A definição do reajuste do preço mínimo deve ocorrer na próxima segunda (19) e terça-feira (20), durante reuniões das Comissões de Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadecs) entre representantes dos produtores e das empresas fumageiras.
Segundo a Afubra, o atraso no cronograma ocorreu devido à conclusão do levantamento dos custos de produção, especialmente da mão de obra, além do atendimento a produtores afetados por granizo. A entidade ressalta que vendas realizadas antes da definição do preço serão posteriormente ajustadas, conforme índice acordado. Impactos climáticos pontuais e a escassez de mão de obra também influenciam a produtividade e os custos da safra.
A comissão que representa os fumicultores nas negociações é composta pela Afubra, pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e pelas Federações dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) dos três estados do Sul, atuando de forma conjunta na defesa dos interesses do setor.






