Secretário da Administração de Segredo explica investimentos e contratação de R$ 3,2 milhões em financiamento

Jesus Edemir Rodrigues disse que os recursos serão utilizados na medida do necessário
Foto: Henrique Lindner

O município de Segredo foi autorizado pela Câmara de Vereadores a contratar um crédito com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 3,2 milhões. O projeto foi aprovado por 7 votos a favor e 2 contrários dos vereadores Maninho Dornelles e Maicon Ecke, ambos do MDB. Segundo o secretário municipal de Administração, Jesus Edemir Rodrigues, o recurso será utilizado na compra de um caminhão compactador para o recolhimento de lixo, a instalação de uma usina fotovoltaica, aquisição de um terreno para habitação popular e uma reserva de crédito estratégica.

O secretário explicou que os recursos são necessários para o bom andamento dos projetos previstos para este ano. Rodrigues explicou que a reserva de crédito não significa injetar recursos no caixa livre, mas trabalhar com a possibilidade de um “cheque especial” e utilizar os valores quando necessário. Sobre a usina fotovoltaica, Rodrigues disse que serão instaladas mais de uma usina em redes da RGE e da Celetro, tendo em vista as mudanças na legislação sobre o assunto. Segundo ele, o município gasta quase R$ 1 milhão por ano em energia elétrica e com a instalação de placas para a captação de energia solar a economia seria de 70% deste valor.

Quanto à compra do caminhão para o recolhimento de lixo, o secretário explicou que atualmente os servidores fazem o recolhimento com um caminhão caçamba e que, pelo volume de resíduos, são necessárias pelo menos três cargas até completar o percurso. Segundo ele, com o caminhão apropriado, este percurso será feito sem a necessidade de descarregar. Além disso, o caminhão basculante utilizado atualmente para a coleta de lixo poderá servir a outra secretaria, como Obras ou Agricultura. Um pedido de emenda parlamentar havia sido solicitado por um vereador para aquisição deste equipamento. Segundo Jesus, caso a verba seja destinada ela poderá ser usada para abater o financiamento.

Sobre os recursos destinados ao hospital São João Evangelista, o administrador disse que a intervenção trouxe desafios à administração municipal, que investiu R$ 2,5 milhões no ano passado para manter as portas da casa de saúde abertas. Segundo ele, havia a possibilidade de um aporte estadual de recursos, através da Secretaria Estadual de Saúde, no valor de R$ 1 milhão anual. No entanto, a instituição perdeu a filantropia o que inviabiliza o repasse. A ideia da administração municipal é fazer o mesmo que Sobradinho e contratar um financiamento para desapropriação do prédio.

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