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Polícia 13/07/2020 12:49
Por: Fabricio Ceolin

Sobradinhense é preso em Restinga Seca

Na ação policial foi localizada na residência de um dos acusados uma espingarda calibre 36, uma pistola 9 mm, munições, entorpecentes, celulares e dinheiro.

A Justiça concedeu neste domingo (12), a liberdade para quatro, dos cinco suspeitos de tráfico de entorpecentes e porte ilegal de arma, que foram presos pela polícia em Restinga Sêca. A prisão ocorreu por volta das 22 horas de sábado (11) no Bairro Pelizário, quando a Brigada Militar recebeu denúncias de que um grupo estaria realizando diversos disparos de arma de fogo. A guarnição de serviço foi até o local indicado, visualizou os suspeitos e fez a abordagem.

Na ação policial foi localizada na residência de um dos acusados uma espingarda calibre 36, uma pistola 9 mm, munições, entorpecentes, celulares e dinheiro. Foram presos em flagrante quatro homens, sendo um deles de 16 anos, e uma mulher, suspeitos de envolvimento com tráfico de entorpecentes e por porte ilegal de arma de fogo.

As partes foram conduzidas para a Delegacia de Polícia para o registro da ocorrência. Neste domingo, menos de 24 horas do fato, a advogada dos acusados, Carlas Verediane Cezar Alves, ingressou na Justiça com um pedido de revogação da prisão, o que foi aceito. O adolescente, que é morador de Sobradinho, foi apreendido e, posteriormente, retornou para seu município em razão de ser menor de idade.

Os outros dois – moradores de Restinga Sêca –, um deles, preso com a arma calibre 36 e o outro com cigarro de maconha, foram soltos, bem como a mulher que estava de posse de certa quantia em dinheiro. Já o quinto acusado, também morador de Sobradinho, e que acompanhava o menor de idade em Restinga Sêca, ficou preso e responderá pelo crime de posse irregular de arma de fogo e tráfico de drogas.

Segundo a advogada se o pedido de revogação da prisão deles não fosse aceito, ela iria impetrar um Habeas Corpus. “Essas são medidas cautelares diversas da prisão por conta dos réus serem primários, não apresentarem antecedentes, nem apresentarem perigo para a sociedade e nem instrução processual. Por conta disso foi concedida a liberdade”... detalhou a advogada Carlas Verediane Cezar Alves.