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Saúde 30/06/2018 12:05
Por: redacao

Santa-cruzenses compatíveis para possível transplante de medula óssea foram localizados

Segundo a enfermeira Maria Cristina Rosado, responsável pela captação de medula óssea do Hemocentro de Santa Maria, Jakeline Marceli da Silva, de 28 anos, e Tiago Vargas da Silva, de 39 anos, são compatíveis com pessoas diferentes

Os dois santa-cruzenses compatíveis para possível transplante de medula óssea já foram localizados. De acordo com a enfermeira Maria Cristina Rosado, responsável pela captação de medula óssea do Hemocentro de Santa Maria, Jakeline Marceli da Silva, de 28 anos, e Tiago Vargas da Silva, de 39 anos, são compatíveis com pessoas diferentes.

Os nomes e municípios dos receptores não são divulgados. Como os doadores ficam cadastrados no Registro Nacional de Doação de Medula (Redome), os pacientes podem ser de qualquer lugar do Brasil. Os santa-cruzenses participaram de campanhas de coleta de sangue entre 2010 e 2011 e, desde lá, não atualizaram mais o cadastro de doador.

Nesta sexta-feira (30), foram surpreendidos com o aviso de que seriam possivelmente compatíveis. Na semana que vem, eles passarão por novos exames para verificar se vai ser possível, de fato, doar a medula óssea para quem precisa. As chances de um paciente com leucemia encontrar um doador dentro da família é de 25%.

Sem parentesco, a probabilidade de existir alguém compatível é de apenas uma a cada 100 mil pessoas, em média. Jakeline foi localizada no Residencial Viver Bem, e Tiago no Bairro Pedreira, ambos em Santa Cruz do Sul. A enfermeira Maria Cristina Rosado, do Hemocentro de Santa Maria, reforça a importância de atualizar os dados no Redome através do site redome.inca.gov.br. Caso Jakeline e Tiago não tivessem sido localizados, em menos de uma semana o nome deles sairia do sistema e a chance de salvar mais duas pessoas da leucemia seria perdida.