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Geral 02/01/2019 14:18
Por: redacao

Depois de 52 anos, MTG pode ter uma mulher presidente

Elenir de Fátima Dill Winck é natural de Cruz Alta, casada com Ciro João Winck, residente em Panambí, cidade que a recebeu e a condecorou com o título de cidadã panambiense.

Criado em 1966, o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) nunca teve uma mulher como presidente de seu conselho diretor. Em 2019, completa-se 70 anos que as mulheres começaram a participar do tradicionalismo e, neste mesmo momento, terá a primeira mulher candidata à presidência do MTG. Elenir de Fátima Dill Winck é natural de Cruz Alta, casada com Ciro João Winck, residente em Panambí, cidade que a recebeu e a condecorou com o título de cidadã panambiense.

Pós-graduada em Geografia, pela Unijuí, iniciou sua carreira profissional como professora na rede municipal de Panambi, em 1975, e na rede estadual, em 1978. Além disso, foi coordenadora Pedagógica da 36ᵃ Coordenadoria Regional de Educação de Ijuí entre 2007 e 2008, Secretária de Educação e Cultura de Panambi por quatro administrações. No movimento gaúcho, integrou o Departamento Cultural do CTG Tropeiro Velho, de Panambi, por várias gestões.

Também foi Diretora Cultural da 9ª RT por quatro anos e Diretora Artística do MTG por três anos. Depois, foi presidente do 1º, 2º, 3º, 4º, 5º e 6º Moinho da Canção Gaúcha.Elenir também presidiu a Comissão Executiva do 25º Entrevero Cultural de Peões do Rio Grande do Sul, realizado nos dias 18 a 20 de abril de 2013, em sua cidade. Conselheira do Movimento Tradicionalista Gaúcho desde 2014, foi vice-presidente de cultura do MTG, nos anos de 2014, 2015 e 2016.

Atualmente é vice-presidente de administração e finanças do MTG, desde o ano de 2017. O maior conclave do tradicionalismo gaúcho que reúne as entidades filiadas para as grandes decisões ocorrerá dias 11, 12 e 13 de janeiro, na cidade de São Borja, 3ª Região Tradicionalista do MTG. No dia 12, será feita a eleição do novo conselho diretor, que poderá eleger o atual presidente, Nairo Callegaro ou dar a oportunidade de ter, pela primeira vez, uma mulher na direção da federação.