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Geral 31/03/2021 12:15
Por: Redação

Assembleia Legislativa discute transporte escolar, com presença de pequenas empresas

A empresária Suzana Pappis da Rosa, da Várzea Grande Viagens e Turismo, que atua com transporte escolar em 5 municípios da região Centro Serra, relatou aos parlamentares da Comissão de Economia o que vem ocorrendo

A Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa Gaúcha, esteve reunida de forma virtual, na manhã desta quarta-feira (31), sob a presidência do Deputado Zé Nunes. Atendendo solicitação feita em encontro anterior, pelo Deputado Adolfo Brito, preocupado com a situação difícil das empresas e dos transportadores escolares de todo o Estado, estaria na pauta o debate com as Secretarias Estaduais de Educação e da Fazenda, sobre as dificuldades enfrentadas pelo setor.

Ele destacou que existem empresas e transportadores que estão quase quebrados, em situação difícil, pois não receberam o adiantamento dos valores previstos na Lei do Executivo Estadual, aprovada pela Assembleia Legislativa. Como os representantes das duas Secretarias, de última hora, não participaram da reunião, o deputado Adolfo Brito, solicitou ao Presidente da Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Zé Nunes, que levasse a questão ao Chefe da Casa Civil, para que, junto com os titulares das duas pastas, ou seus representantes, mais a Procuradoria Geral do Estado, venham participar do próximo encontro, a fim de darem as explicações pertinentes e urgentes que o assunto merece.

Convidada pelo Deputado Brito, à participar da reunião virtual, a empresária Suzana Pappis da Rosa, da Várzea Grande Viagens e Turismo, que atua com transporte escolar em 5 municípios da região Centro Serra, relatou aos parlamentares da Comissão de Economia, o que vem ocorrendo. Segundo ela, 90% das atividades da empresa estão relacionados ao transporte de estudantes, e os municípios, em razão de interpretações diversas da Lei que foi aprovada, não estão repassando os valores. Ela alertou que "se a situação persistir, quando voltarem as aulas, a empresa não terá recursos para colocar os ônibus na estrada". Adolfo Brito adiantou que é preciso respostas claras sobre o que é possível orientar os municípios e os pequenos transportadores a fim de viabilizar o acerto entre as partes.