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Saúde 18/08/2018 12:15
Por: redacao

Vacinação contra a paralisia e o sarampo já ultrapassa dos 50% em Sobradinho

A meta do Ministério da Saúde é imunizar 95% do público alvo. Em Sobradinho, o Posto de Saúde Central prende chegar a 100%.

  • Vacinação se estende até às 17 horas deste sábado. Foto: Fabrício Ceolin
  • Rotary disponibiliza brinquedos. Foto: Fabrício Ceolin

O Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e o sarampo está em andamento neste sábado (18) em todo o País. Os postos de saúde centrais dos municípios do Centro Serra ficam abertos até logo mais às 17 horas para vacinar crianças de um ano de idade a menores de cinco. Em Sobradinho, conforme a enfermeira chefe Roberta Rolzschuch, a procura está sendo muito boa. Duas salas de vacinação foram montadas. A enfermeira destaca que os pais ou responsáveis por crianças entre 1 e 5 anos, devem levar seus filhos, mesmo estando com a vacina em dia, pois trata-se de uma dose extra. Até o momento já foram vacinadas 51% das 700 crianças desta faixa etária. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 95% do público alvo. Em Sobradinho, o Posto de Saúde Central prende chegar a 100%. Rotary Clube disponibiliza brinquedos para as crianças.

Todas as crianças desse grupo devem receber uma dose extra da vacina tríplice viral, independente da sua situação vacinal. O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) atualizou ontem a situação do sarampo no Rio Grande do Sul. Foram confirmados mais três casos, passando para 16 o número de pessoas que tiveram a doença no Estado este ano. Esses últimos casos ocorreram em dois residentes de Viamão e um na Capital. Eles referem-se a ocorrências notificadas em junho, que tiveram nesta semana a confirmação laboratorial. Esse atual cenário reforça a importância da campanha nacional de vacinação para todas as crianças de um ano a menores de cinco, que está em andamento.

Os casos do RS estão distribuídos nos municípios de São Luiz Gonzaga (1), Porto Alegre (9), Vacaria (1), Viamão (3) e Alvorada (2). No país, este ano, já são 1.240 casos, que estão distribuídos também no Amazonas (910 para 2 óbitos), Roraima (296 para 4 óbitos), Rio de Janeiro (14), Pará (2), São Paulo (1) e Rondônia (1). No Rio Grande do Sul, antes de ocorrer o processo de eliminação do vírus, o último caso confirmado foi em 1999. Em 2010, houve oito casos importados, e em 2011 foram sete. Desde então, o Estado não registrava a circulação do vírus até o retorno em 2018.