CAPITÃO DOUGLAS OLIVEIRA
Capitão Douglas Ferreira Oliveira lamentou o desgaste gerado com a Polícia Civil. Foto: arquivo

Capitão da Brigada Militar responde críticas da Delegada no polêmico abigeato

O comandante da 5ª Companhia da Brigada Militar de Sobradinho, capitão Douglas Ferreira Oliveira, lamentou o desgaste gerado com a Polícia Civil por conta do caso de abigeato ocorrido no último fim de semana. Em entrevista, nesta terça-feira (16), ao programa ENFOQUE da Rádio Sobradinho AM, ele respondeu as críticas feitas segunda-feira (15) pela delegada Graciela Foresti Chagas. O capitão afirmou que ficou surpreso com a entrevista, e que por ele essa situação teria sido resolvida mediante uma conversa e não publicamente.  Ele lamentou que a Delegacia não possua um policial de plantão para o registro de todas as ocorrências. Lembrou que os policiais militares levaram a pé o animal após a apreensão no Bairro Rio Branco, às duas horas da madrugada até a Delegacia e que o policial civil de sobreaviso não compareceu no local para efetuar o registro. O capitão esclareceu que não é competência da Brigada Militar esse tipo de registro por não ser caso para termo circunstanciado. Nesta segunda-feira, a delegada afirmou que a atitude foi tomada porque não haveria elementos suficientes para a homologação da prisão em flagrante e criticou o fato de o animal ter sido deixado no local pela Brigada. Para ela, isso foi uma afronta à Polícia Civil. Nesta terça, o capitão disse que o próprio policial civil pediu que os PMs deixassem a novilha no pátio da Delegacia. Douglas Ferreira Oliveira disse ainda que o homem flagrado com o animal, possivelmente, seria solto de qualquer forma, mesmo que o policial civil tivesse feito o registro. Entretanto, a presença dele para o registro pelo menos liberaria os PMs da ocorrência para continuar fazendo o serviço de policiamento. Conforme ele, neste mesmo período um segundo animal foi furtado em Sobradinho. O comandante reconheceu que não havia inicialmente elementos suficientes para a prisão em flagrante, mas que seria obrigação da Delegacia fazer o registro. O capitão ressaltou também que, diferente do que a Polícia Civil informou, o homem flagrado com a vaca possui extensa ficha policial, assim como o irmão dele. Para o comandante da Brigada Militar, a delegada se precipitou ao vir a público e criticar a conduta dos policiais militares.

Delegada Graciela Foresti Chagas afirmou que a atitude foi tomada porque não haveria elementos suficientes para a homologação da prisão em flagrante e criticou o fato de o animal ter sido deixado no local pela Brigada. Foto: arquivo

Delegada Graciela Foresti Chagas afirmou que a atitude foi tomada porque não haveria elementos suficientes para a homologação da prisão em flagrante e criticou o fato de o animal ter sido deixado no local pela Brigada. Foto: arquivo

Vaca foi recuperada e entregue ao proprietário. Foto: Brigada Militar

Vaca foi recuperada e entregue ao proprietário. Foto: Brigada Militar

 

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